O povo nordestino (mais uma vez) está dando uma grande lição ao país ao limpar com as próprias mãos as praias contaminadas com óleo bruto. Já ação dos Ministérios Públicos Estaduais do Nordeste, infelizmente, não condiz com essa garra nordestina. Pelo menos é o que demonstra no histórico de notícias das entidades.

De 17 de outubro a 20 de novembro, uma comitiva de lideranças indígenas visitará 12 países europeus para denunciar as graves violações de direitos contra os povos indígenas e ao meio ambiente do Brasil desde a posse de Jair Bolsonaro como presidente.

Financiado pela empresa Mahogany Roraima, um programa de Agrofloresta Solidária está auxiliando agricultores locais no Estado de Roraima e refugiados venezuelanos. O programa consiste em fornecer treinamento e capacitação para que agricultores locais plantem hortifrútis nas áreas que ficam no entorno das florestas de mogno africanos plantadas.

“Bee or not to be” referência shakespeariana (e inteligente) é o nome da ONG que estará no dia 15 de outubro às 20hs no Palácio Tangará (em São Paulo) para discutir um tema necessário e atual do meio ambiente: a importância das abelhas.

Desde o dia 09 de setembro de 2019, período de seca, um incêndio originado em uma fazenda já destruiu cerca de 60% do Refúgio Ecológico Caiman, em Miranda (MS). O local, que abriga uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), sedia os trabalhos de campo do Projeto Arara Azul, comandado pela bióloga Neiva Guedes, que vem alcançando resultados importantes para a espécie, ameaçada de extinção. Em 2019, a ação completa 30 anos de atividades com o apoio da Fundação Toyota do Brasil.