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O BIR – Bureau International Recycling – informou em nota que embora a China tenha superado o pico de infecções por COVID-19, o retorno do mercado de reciclagem em todo o mundo está bem longe de voltar à normalidade.


A entidade informou que a China (epicentro da crise) está pouco a pouco retomando algumas operações seguindo as orientações de Pequim. Materiais não ferrosos como o cobre estão retomando os volumes de compra de três meses atrás. Óbvio que nada será como antes, mas para um mercado que segue totalmente parado, qualquer notícia de compra é bem vinda. Outros países do Sudeste Asiático podem seguir a mesma linha chinesa (mais ainda é cedo para comemorar).

No momento, a Índia é uma das principais preocupações de exportadores de materiais recicláveis. O país possui poucas transações e a logística está bastante complicada. Outro mercado de destino, os EUA, interrompeu as compras externas de alumínio reciclado por período indeterminado.

Já no México, todas as empresas “não essenciais” vão ficar paradas até 30 de abril por determinação do governo. Isto inclui as indústrias automobilísticas, metalurgia, de reciclagem, entre outros. Para o mês de Abril de 2020, a demanda mexicana de sucata de alumínio será 90% menor que o mesmo mês de 2019. A indústria de extrusão mexicana continua em operação e comprando materiais extrudados.

Para quem tem sucata ferrosa à venda, o único mercado que continua com as portas abertas é a Turquia. O país era e continua sendo como um dos principais compradores de sucata ferrosa no mundo (mesmo com a pandemia do Covid-19). O BIR informa que na parte de aço inox foi registrado o fechamento de empresas na Espanha, Itália, França e Bélgica. Embora algumas empresas retomaram as atividades nestes países citados, o Fundo Monetário Internacional (FMI) avalia que o cenário atual econômico do mundo assemelhasse muito à grande depressão de 1930.

 
 
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