Já existem em todo o planeta quase 16 mil usinas de dessalinização. E se você acha que essas usinas produzem água potável sem impacto ambiental, ou que Israel é o maior “dessalinizador” do mundo talvez seja bom ler este texto.

 

O Brasil acaba de atingir a marca histórica de 500 megawatts (MW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, produtores rurais e prédios públicos.

Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), a fonte solar fotovoltaica, baseada na conversão direta da radiação solar em energia elétrica de forma renovável, limpa e sustentável, lidera com folga o segmento de microgeração e minigeração distribuída, com mais de 99,5% das instalações do País.

O Departamento Ambiental da ONU divulgou uma nota alertando sobre a necessidade de se “repensar a reciclagem” de plástico no mundo. A nota foi elaborada baseada nas informações de empresas e entidades que revelaram a dificuldade em reciclar certos tipos de plásticos. Há décadas existe farto material na Internet de pesquisadores, entidades ambientais e de imprensa mostrando que certos plásticos possuem zero compromisso com o meio ambiente. Após o uso, estes plásticos vão terminar em alguma praia, aterro ou lixão pelo mundo. Mas só agora em 2019 a ONU parece ter descoberto o caso.

Visivelmente preocupante na terra, na água ou no ar, a poluição é a principal barreira de desenvolvimento da maioria dos países. E a nanotecnologia pode ser uma aliada para reduzir ou remediar os efeitos da poluição.

 

A associação européia “EPRO” que reúne organizações de plástico reciclado está com inscrições abertas para as empresas da Europa que possuem os melhores cases de aplicação deste tipo de material. Embora o concurso seja válido apenas para a Europa é importante que as empresas e entidade do Brasil mirem-se na iniciativa.